Impulso
Salve meu Pai, Namasté meus Irmãos
Por um impulso natural, todos nós sem excepção andamos à busca da felicidade, da realização plena. Experimenta-se tudo e de várias formas. E às vezes até chegamos a nos convencer que as conseguimos ou estamos perto, mas depois descobrimos que ainda não estão completas. Ainda não é ali que estão. Falta pouco. Já temos tudo o que a Terra nos pode proporcionar. É só insistir um pouco mais. Os ventos até estão a nosso favor, e a matemática terrena nos incentiva, pois a fórmula é só juntar 1+1 para dar sempre mais.
Mas na matemática dos Céus 1+1 pode dar -1 e ficarmos em débito. Podemos ficar com o cofre cheio na Terra, e o cofre ir ficando cada vez mais vazio no Céu. É esta a fórmula que nos falta conhecer para que as coisas comecem a reverter a nosso favor.
É um enigma entre muitos que depois de serem esclarecidos, muito contribuirão para aprendermos a tabuada dos Céus e não errarmos nos nossos planos. Não precisa azáfamas nem corrererias. Pelo contrário: parar, pensar, escutar, meditar. E assim parados é que avançamos em busca do que muito procuramos.
Dentro de nós está o cofre à espera de ser preenchido com moedas de várias faces: humildade, amor ao próximo, lealdade, sinceridade, simplicidade…., muito difíceis de se conseguirem por serem invisíveis, não ocuparem espaço e o cofre nunca estar cheio o suficiente.
Há sempre uma moeda a fazer falta. E a de hoje pode não ter sido contabilizada, não ter peso suficiente na tabela de valores divinos.
É esta a conta bancária, com depósito no Céu, que estamos a realizando na Terra, acrescida de juros e compensações bastante elevados a beneficiar a longo prazo e pela vida eterna. É um incentivo que nos é recomendado por quem já angariou altos créditos e empenhados em abrir-nos portas e mais portas para não nos perdermos, e ensinar-nos todas as artes, recomendadas e reconhecidas nos Céus, a nossa verdadeira morada.
Há convites e incentivos espalhados por todos os lados demasiado evidentes, mas nem sempre são compreendidos como tal. Ainda estamos fechados e preocupados apenas connosco próprios. As carências, que chamamos alheias, não nos dizem respeito. A grande maioria de nós ainda reage desta forma. E ignoramos que é precisamente esse o nosso tesouro, o amor e assistência ao próximo, um nome sabiamente atribuído porque, está bem perto quem precisa do nosso auxílio.
Tocai Senhor os nossos corações para que batam em uníssono com o Vosso e não desperdicemos tantas oportunidades que o Céu nos concede, para fazermos o nosso depósito no Banco Divino.
Eu vos agradeço meu Pai. Que assim seja
Oração obtida em 20/01/2011 por Almerinda
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